November 2012
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I’m not making any sense.
Nunca nos é permitido, sabe? É por isso que todos nós gostamos de ver os loucos,...
– Charles Bukowski, em entrevista feita por Barbet Schroeder - The Charles Bukowski Tapes. (via ovelhosafado)
October 2012
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April 2012
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October 2011
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O mundo inteiro é um borrão,
Mas você fica de pé.
April 2011
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Allur heimurinn óskýr
Nema þú stendur…
January 2011
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[…] Uma resposta em beijos desmedidos Uma intenção de felicidade em ingênuas carícias Uma volta Mais volta Outra volta Para onde foi a minha grandeza? Fumaça a rodopiar no ar viciado Copos vazios em bocas amargas Onde foi parar a infelicidade que estava sentindo? Fatalidade. A água que inundava os meus olhos Onde foi verter tanta desesperança? Amanhã, uma vida Um novo amor Da velha melodia...
Preciosa e poderosa força. Ofuscante luz. Incerteza. Certeza. Tinta fresca. Paisagem florida. Lírio da paz. Jóia brilhante. Cada batida do coração. Suspiro. Forte ambição. Injustiça da distância. Valor da proximidade. Almas interligadas. Responsabilidade. Caráter. Motivo para seguir, voltar e continuar a caminhar. Céu estrelado. Dia chuvoso. Triste saudade. Olhar penetrante. Sorriso secreto....
December 2010
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Can I handle the seasons of my life?
November 2010
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JANE: I… I used to make long speeches to you after you left. I used to talk to you all the time, even though I was alone. I walked around for months talking to you. Now I don’t know what to say. It was easier when I just imagined you. I even imagined you talking back to me. We’d have long conversations, the two of us. lt was almost like you were there. I could hear you, I...
I held out my hands into the light and I watched it die…
And I knew the meaning of it all And I knew the distance to the sun And I knew the echo that is love And I knew the secrets in your spires And I knew the emptiness of youth And I knew the solitude of heart And I knew the murmurs of the soul And the world is drawn into your hands And the world is etched upon your heart And the world so hard to understand Is the world your can’t live...
My shoes are worn out because the brakes don’t function, I just put my...
“Aquele perfume que outrora evocava lembranças de promessas e sentimentos de espera ansiosa agora irritaria a sua narina como uma acetona de quem apaga um esmalte velho. Passaria milhares e milhares de vezes o algodão umedecido tentando apagá-lo da memória, mas tudo que conseguiria seria uma morna sensação de álcool evaporado vagando entre o sublime e o risível. Assim, sem nunca ter entrado...
October 2010
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Aqui estou eu, alternando juntamente com a minha lista de reprodução. Procurando semelhanças entre cada letra e minha simples vida. Cantando para evitar pensamentos e reprimir emoções. Houve um tempo em que eu gostava desse vazio… Agora a única coisa que está evidente é que às vezes a solidão dói, e bastante.
Þú sefur alveg til hádegis
Þú deyrð en lifnar við
Laufblöðin breyta um lit...
– Íllgresi
There’s no lies in your eyes...
aosentesqueridos:
“…It’s something I recognize Maybe I’m just blind, whatever, From things I search It’s the only I find
Just give me a gaze one more time”
Luzes de natal refletindo em seus olhos Vejo através disso Passos combinados e coordenados Eu tenho lágrimas que têm medo dos fatos Deixe as teorias de lado e apenas me abrace Bagunce meus cabelos Repita centenas de vezes que gosta do meu sorriso Reclame dos meus gostos Risque-me, apague-me…
Diga-me que essa dependência não é tão ruim.
“I just want something I can never...
Equalizando emoções
O silêncio que não me incomoda não é o mesmo que permanece durante minhas noites de insônia. Nessas noites, ainda que não haja som algum, algo dentro de mim grita. Rasgando meus órgãos até que sangrem. Meus sonhos são levados para longe. E essa ausência de expectativa está longe de significar indiferença. Os momentos passam lentamente e eu continuo aqui. Não importa.
There’s no lies in your eyes…
Noite de luar. Oscilando enquanto não há sono. Sinta o calor ao seu lado. Na luz do amanhecer, depois do silêncio, voará com os pássaros.
O trem que nunca chega
O encontro, um passo, a subida dos degraus e a escolha da poltrona. Suposto destino ou eterno movimento… Primeira parada: a ideia Como a solução. Aproxima do real o incorpóreo. Estranhamente reconfortante. Induz ou retroage pensamentos. Da janela as luzes se transformam em campos, lugares planos… Segunda parada: a criação Transmuta o sentimento em ação. A estação da esperança, da...
08/05
É sobre não ver, não tocar, não falar, não sentir. Sobre transcender, distante… E não retornar. Não é como das outras vezes. Impossível controlar e manter as fitas unidas com o melhor dos laços. Segurar-se em pilares inexistentes. Caminhar sobre pontes flutuantes. Congelar os pés esperando descalço na neve. Esquecer-se. Esquecer-te. Aquecer-me. Voar sobre as flores e cair com a chuva. Pingar...
As operárias são livres
Os zangões também voam
Mas a rainha é escrava
Sometimes I feel so out of time and place, trapped in a maze. As if I was lost...
– Misplaced
Vida em palavras
Palavras vão e vêm Como as pessoas ao meu redor E a minha vida de disco arranhado Insiste em tocar sempre a mesma melodia No descompasso do coração O meu pulso enfraquece Como a vela que sibila Ao menor sinal de esperança Uma batida mais forte poderia Reavivar a minha vida Quantas faixas faltam para o grand-finale? Quantas voltas são necessárias para a última canção? Se tocassem todas as músicas...
Echoes
Strangers passing in the street By chance two separate glances meet And I am you and what I see is me And do I take you by the hand And lead you through the land And help me understand the best I can And no one calls us to move on And no one forces down our eyes And no one speaks And no one tries And no one flies around the sun
[…]
Não tenho diálogos. Ultimamente só tenho monólogos.
Eu sabia a hora de sair
Quanto tempo demorar
Só não sabia o que falar
Afinal, a gente já nasce com um buraco no peito, e a vida vai se encarregar de...
Por que você ainda permanece?
Por que eu não consigo partir?
A única coisa que...
Fuga
Saudar a existência e pregar em tom severo de prepotência Não é a solidão propulsora de dias monótonos O tédio permanece como se floressência
Retomar catástrofes interiores Navegar pelo abismo e voltar ao precipício As flores não tem dias melhores Criam ilusões desde o início
Clamar por inteligíveis extremos Observação minimalista do mar Outra palavra fracionada nos ecos Inquilina quer...
September 2010
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As flores nascem e morrem
O vento traz borboletas ou neve
A pedra nem percebe.
O grande capítulo da solidão.
Ela veio da terra desolada. Mãe nada gentil da areia seca. Aço forjado em baixas temperaturas com candura de ventos glaciais.
Seu rosto é um diário íntimo que faz questão de mudar todos os dias. Sempre senta de costas para o motorista porque não quer ver para onde está indo. Costuma ficar no balanço do parque vazio todos os dias enquanto almoça. Volta para a fábrica e aperta os parafusos até as...