O encontro, um passo, a subida dos degraus e a escolha da poltrona.
Suposto destino ou eterno movimento…
Primeira parada: a ideia
Como a solução. Aproxima do real o incorpóreo. Estranhamente reconfortante. Induz ou retroage pensamentos.
Da janela as luzes se transformam em campos, lugares planos…
Segunda parada: a criação
Transmuta o sentimento em ação. A estação da esperança, da confluência. O meio. Reconstrução do ideal.
Terceira parada: o objetivo
É preciso ordenar para que faça sentido. Bifurcação dos trilhos. Puxar a alavanca e determinar a direção.
Quarta parada: a decisão
Inabilidade. Debilitação dos sentidos que outrora deram início a tudo.
Vagão vazio, qualquer estação, a porta se abre, ninguém desce…
Tal como a água ainda continua a se mover por um espaço de tempo, mesmo quando o vento cessa… Assim é o trem.
O trem que nunca chega